A presidente Dilma Rousseff vetou
o aumento do limite de crédito consignado de 30% para 40% da renda do
trabalhador ao sancionar nesta sexta-feira (21) lei que garante crédito de até
R$ 30 bilhões ao BNDES.
No caso dos empréstimos com
desconto em folha de pagamento, a presidente argumentou que “sem a introdução
de contrapartidas que ampliassem a proteção ao tomador do empréstimo, a medida
proposta poderia acarretar um comprometimento da renda das famílias para além
do desejável e de maneira incompatível com os princípios da atividade
econômica”.
“A proposta levaria, ainda, à
elevação do endividamento e poderia resultar na ampliação da inadimplência,
prejudicando as próprias famílias e dificultando o esforço atual de controle da
inflação”, segundo publicado no Diário Oficial da União.
Atualmente, o desconto na folha de
pagamento, chamado crédito consignado, é liberado para empréstimos e financiamentos
em um limite de até 30% da remuneração. Se a medida fosse aprovada, o
trabalhador poderia comprometer mais 10% do salário para pagar o cartão de
crédito. Na prática, o teto de endividamento em operações descontadas da folha
passaria a 40%.
Com informações do G1

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